Você não vende um espaço no saco. Vende presença na rotina do consumidor.
Vender publicidade em sacos de pão não é vender um quadrado impresso numa embalagem. É comercializar uma mídia local que chega fisicamente às mãos do consumidor e, muitas vezes, entra dentro da casa dele.
Enquanto boa parte das mídias disputa alguns segundos de atenção, o saco de pão está ligado a um hábito cotidiano: comprar pão. O consumidor recebe a embalagem, carrega até em casa, coloca sobre a mesa, guarda o pão — e pode ter contato com aquela mídia em vários momentos.
Venda presença dentro da rotina do consumidor."
Rotina, não interrupção
A marca acompanha algo que o consumidor já ia comprar. Não é propaganda que atrapalha — é presença junto de um hábito.
Entra na casa
Poucas mídias locais podem dizer isso: o anúncio viaja da padaria até a mesa do café da família.
Consultor, não tirador de pedido
Seu papel é ajudar empresas locais a serem vistas, lembradas e reconhecidas. Isso muda o nível da conversa.
O anunciante não compra centímetros de impressão. Compra alcance dentro da cidade.
Quando uma empresa anuncia na Achei no Pão, ela contrata muito mais do que um espaço. Ela contrata uma combinação difícil de encontrar em outras mídias locais.
Presença local
Exposição da marca dentro dos bairros atendidos.
Distribuição física
A mídia é entregue em mãos, não depende de tela.
Repetição
O mesmo consumidor pode ver a campanha mais de uma vez.
Lembrança
Estar presente para ser lembrado quando a necessidade surgir.
Contato com famílias
A embalagem circula entre as pessoas da casa.
Alcance regional
Circulação da marca perto do ponto de venda.
Entrada na residência
A possibilidade de a marca chegar dentro de casa.
Complemento ao digital
Presença física que soma às redes sociais.
"Estou vendendo um espaço no saco de pão."
"Estamos desenvolvendo uma campanha de mídia local, distribuída pelas padarias da região, que leva sua empresa diretamente às mãos dos consumidores."
NÃO VENDA PAPEL.
O anunciante não compra papel, tinta ou um quadrado impresso.
Ele compra a oportunidade de ser visto.
"Tenho um espaço no saco de pão para vender."
"Estamos preparando uma campanha de mídia local distribuída pelas padarias da cidade, e acredito que a sua empresa tem bastante relação com esse público."
Uma mídia que o consumidor recebe nas mãos — e leva embora com ele.
A maioria das mídias exige que o consumidor vá até elas. No Instagram, é preciso abrir o app. No Google, pesquisar. No site, acessar. Aqui, a publicidade acompanha um produto que ele já ia comprar.
1. Chega às mãos
O consumidor recebe a publicidade fisicamente, junto do pão que acabou de comprar.
2. Tem utilidade
Antes de ser mídia, a embalagem cumpre uma função real: transportar o produto.
3. É levada embora
Diferente do outdoor, a mídia não fica parada — ela viaja com o consumidor.
4. Pode chegar em casa
A embalagem entra na cozinha, na mesa do café, no escritório, no trabalho.
5. Circula na família
Uma única embalagem pode ser vista por várias pessoas da mesma casa.
6. Gera recorrência
Quem compra pão volta com frequência — e pode reencontrar a campanha.
Trabalhe esses diferenciais como características comportamentais, nunca como promessas absolutas de audiência. Você não garante quantas pessoas verão — você mostra como a embalagem se comporta na rotina.
Os argumentos que sustentam toda a sua venda.
Cada vantagem abaixo é uma ferramenta comercial. Domine todas — e use a que fizer mais sentido para o negócio à sua frente.
A publicidade vai até o consumidor
Ele vai à padaria buscar pão e recebe junto o anúncio. A mídia não espera ser encontrada — ela acompanha um produto do dia a dia.
Associada a um hábito cotidiano
Comprar pão é rotina de milhões de brasileiros — muitos frequentam a mesma padaria diariamente ou todo fim de semana. Isso cria recorrência: a campanha pode ser reencontrada mais de uma vez.
Diferente de uma mídia que a pessoa vê rapidamente na rua, o saco de pão acompanha o consumidor e pode entrar dentro da casa dele.
O poder da repetição e da lembrança
A pessoa pode não precisar de um dentista hoje. Mas vê no saco "Clínica Sorriso — Implantes". Dias depois, vê de novo. Quando a necessidade aparece, qual clínica vem à mente? Publicidade também constrói lembrança.
Mídia hiperlocal: proximidade é poder
As embalagens circulam pelas padarias da própria cidade. O cliente do comércio local provavelmente mora, trabalha e compra na região. Alcance não é só quantidade — é qualidade e localização.
Você não precisa aparecer para o Brasil inteiro. Seu cliente provavelmente está aqui, na nossa cidade — e é justamente com ele que a campanha conversa.
Não depende de algoritmo
No digital existem algoritmo, leilão de atenção, feed veloz e bloqueadores de anúncio. Aqui a marca já está impressa na embalagem que será distribuída. Ela não precisa "vencer" nenhuma disputa para aparecer.
Não depende de clique
O consumidor não precisa clicar, curtir, seguir, compartilhar ou pesquisar. A marca está ali, visível — o que torna a mídia forte para gerar reconhecimento local.
Publicidade com utilidade
O saco tem uma função antes de ser mídia: embalar o pão. Isso reduz a sensação de que o consumidor recebeu "só propaganda" — a mensagem vem incorporada a algo que ele precisa naquele momento.
Permanência física
Um panfleto pode ser descartado na hora. O saco precisa cumprir sua função: receber, transportar, guardar. Durante todo esse processo, a mídia acompanha o consumidor. Não prometa tempo de visualização — trabalhe o conceito de permanência.
O pão é comprado por uma pessoa e visto por várias — pai, mãe, filhos, visitas, colegas de trabalho. Use isso como característica de circulação, jamais como promessa matemática de audiência.
Não existe disputa. Existe soma.
Nunca ataque Instagram, Facebook ou Google. O empresário deve continuar com suas mídias digitais. Nosso papel é acrescentar um ponto de contato físico com o consumidor.
Presença digital
- Presença no celular do consumidor
- Depende de plataforma e algoritmo
- Disputa a atenção no feed
- Conteúdo digital e alcance online
Presença física
- Aparece fisicamente na rotina
- Mídia impressa, circulação regional
- Contato com consumidores locais
- Embalagem útil que pode entrar em casa
- Não depende de algoritmo para estar impressa
O saco pode levar o consumidor para o digital
Uma campanha pode trazer Instagram, WhatsApp, site, telefone, endereço, chamada promocional ou QR Code, quando tecnicamente adequado. O consumidor conhece a empresa no mundo físico e continua a jornada no digital.
Nós não queremos substituir sua divulgação digital. Queremos acrescentar um ponto de contato físico com o consumidor. A pergunta não é Instagram ou Achei no Pão — é Instagram mais Achei no Pão.
Venda com credibilidade. Embalagem não é a mesma coisa que pessoa.
Vender de forma profissional e responsável é o que constrói reputação — e reputação vende. Por isso, alguns cuidados são inegociáveis.
"10.000 sacos = 10.000 pessoas."
"A campanha contempla a distribuição de 10.000 embalagens."
Uma pessoa pode receber mais de uma embalagem
A frequência de compra faz a mesma pessoa reencontrar a campanha.
Uma embalagem pode ser vista por várias pessoas
A circulação familiar amplia o contato — mas sem número exato.
A informação objetiva é sempre a quantidade de embalagens distribuídas. Esse é o dado que você entrega. Todo o resto — quantas pessoas veem, por quanto tempo — é comportamento, não promessa.
A primeira frase define se a conversa continua.
Abra sempre posicionando uma campanha, não um espaço. Desperte curiosidade, conecte com o público local e conduza para o diagnóstico.
Olá, tudo bem? Meu nome é ______ e trabalho com a Achei no Pão aqui na cidade. Nós desenvolvemos campanhas de publicidade distribuídas por sacos de pão em padarias parceiras da região. Estamos selecionando empresas para a próxima campanha e acredito que o seu negócio tem bastante relação com o público. Posso te explicar rapidamente?
Se houver abertura:
Sua empresa fica impressa nas embalagens usadas pelas padarias participantes. Ou seja, a publicidade chega diretamente às mãos dos consumidores e pode acompanhar o pão até dentro da casa deles.
E então abra o diagnóstico:
Hoje vocês fazem algum tipo de divulgação?
Olá, [nome], tudo bem?
Meu nome é [nome] e sou responsável pela Achei no Pão aqui na região.
Estamos preparando uma nova campanha de publicidade distribuída por sacos de pão em padarias parceiras da cidade.
Sua empresa poderá aparecer nas embalagens entregues aos consumidores, levando sua marca para dentro dos bairros e, muitas vezes, até para dentro das residências.
Estamos selecionando algumas empresas locais para participar. Posso te explicar rapidamente como funciona?
Nunca abra com "Estou precisando fechar os espaços" ou "Quer comprar um espaço no saco de pão?". Isso transmite necessidade do vendedor e derruba o valor. Prefira: "Estamos selecionando as empresas que participarão da próxima campanha."
Antes de apresentar, pergunte. Quanto melhor o diagnóstico, melhor o argumento.
O vendedor inseguro explica tudo. O bom vendedor pergunta, ouve e constrói a campanha a partir das respostas do empresário.
- Hoje vocês divulgam a empresa? Quais mídias usam?
- A maioria dos clientes é da própria cidade?
- Quais bairros são mais importantes para vocês?
- Qual produto ou serviço querem vender mais?
- Existe alguma promoção ou serviço de maior margem?
- Qual é o ticket médio? Trabalham com recompra?
- Usam WhatsApp comercial?
- Estão buscando clientes novos ou fortalecer a marca?
- Possuem unidade nova ou lançamento de produto?
- Já tentaram outras formas de divulgação local?
"Qual produto ou serviço você mais gostaria de vender hoje?"
Se uma clínica responde "implante", não venda divulgação genérica da clínica. Venda uma campanha para implantes. Use as palavras do próprio cliente na construção — ele sente que a solução foi feita para ele.
O franqueado Achei no Pão é um especialista em publicidade local.
Quanto melhor você conhece o território — bairros, comércio, clínicas, escolas, restaurantes, novos empreendimentos — melhor você vende. Duas estratégias organizam a rotina.
Prospecção por bairro
Escolha uma padaria e mapeie as empresas em um raio próximo: clínicas, restaurantes, academias, pet shops, óticas, farmácias, imobiliárias, escolas, lojas e prestadores de serviço.
Prospecção por segmento
Organize a semana por tipo de negócio. Isso afia o discurso a cada abordagem.
Antes de visitar o cliente
- Pesquise a empresa: veja Instagram e site
- Entenda o que ela vende e o que pode divulgar
- Conheça o bairro e onde a campanha será distribuída
- Conheça as padarias participantes
- Leve uma amostra física, mockups ou fotos
- Saiba valores e condições — e prepare perguntas
- Não vá apenas entregar preço
- Identifique de antemão possíveis produtos a divulgar
Uma das maiores vantagens da Achei no Pão é ter algo físico. Coloque a embalagem sobre a mesa, deixe o empresário tocar e diga: "Imagine milhares dessas embalagens circulando pela cidade com a sua marca aqui." Quando possível, mostre um mockup com a marca dele — visualização ajuda no fechamento.
Durante a reunião
Abra, adapte, use. Pitches prontos para cada momento.
Decore a essência, não as palavras exatas. O objetivo é soar natural — e sempre posicionar campanha, distribuição e presença, nunca "um espaço".
A Achei no Pão é uma mídia local: empresas anunciam em sacos de pão distribuídos por padarias parceiras da cidade. O grande diferencial é que a publicidade chega fisicamente às mãos do consumidor e acompanha um produto de consumo cotidiano.
Nós desenvolvemos campanhas de publicidade em sacos de pão distribuídos por padarias parceiras da cidade. Em vez de entregar um panfleto, a publicidade está numa embalagem que já tem utilidade e que o consumidor leva consigo. Assim, empresas da região fortalecem a marca e aparecem fisicamente na rotina das famílias, complementando redes sociais, Google e outras ações.
Venda a tiragem como campanha
"São X mil sacos."
"Vamos realizar uma campanha com distribuição planejada de X mil embalagens pelas padarias participantes."
Siga a sequência: perguntar → ouvir → identificar → argumentar → fechar. Exemplo: "Hoje vocês fazem divulgação?" → "Só Instagram." → agora você tem a entrada: "Então a Achei no Pão pode justamente acrescentar presença física à divulgação de vocês."
Cliente: "Quero aumentar minhas matrículas."
Então vamos construir a campanha justamente com foco em aumentar a exposição das matrículas.
Cliente: "Quero vender implantes."
Então não precisamos fazer uma campanha genérica da clínica. Podemos destacar os implantes.
Cada negócio tem uma campanha ideal. Chegue com o argumento certo.
Use estes cards como consulta rápida antes de cada visita. Para cada segmento: o que divulgar, o argumento de venda, a pergunta-chave e um exemplo de campanha.
Clínica odontológica
Imobiliária
Restaurante
Supermercado
Academia
Pet shop
Escola
Curso / profissionalizante
Farmácia
Ótica
Autoescola
Energia solar
Móveis planejados
Estética
Concessionária
Serviços locais
Advocacia, medicina, odontologia, contabilidade e outras profissões regulamentadas têm regras próprias de publicidade. Sempre oriente o anunciante a usar comunicação compatível com as normas da categoria dele. Isso protege o cliente e a Achei no Pão.
Preço sem contexto parece caro. Sempre entregue valor antes do número.
Se o cliente pergunta "quanto custa?", não fuja — mas contextualize primeiro, para que ele consiga comparar corretamente.
Claro, vou te passar. Só quero te explicar rapidamente o que está incluído, para você conseguir comparar corretamente.
Apresente antes do preço
- Tiragem da campanha
- Padarias e áreas participantes
- Período estimado de distribuição
- Espaço/posição contratada
- Desenvolvimento da arte, quando incluso
- Características da campanha — e só então o investimento
"O anúncio custa R$ 400."
O empresário compara R$ 400 com qualquer despesa.
"Sua marca fará parte de uma campanha distribuída por milhares de embalagens nas padarias da cidade, pelo investimento de R$ 400."
A percepção muda completamente.
Faça a matemática junto com o empresário. A conclusão é dele.
Dois raciocínios simples ajudam o cliente a enxergar escala e retorno. Ajuste os valores para a realidade de cada campanha — os campos abaixo são editáveis.
Dilua o investimento pela tiragem
Mostra como o valor fica pequeno quando espalhado pela distribuição.
Quantos clientes pagam a campanha
Ajuda o cliente a dimensionar o retorno pelo próprio ticket.
Quantos novos clientes seriam necessários, ao longo da campanha, para recuperar esse investimento?
Depois que ele chegar ao número:
A partir daí, toda a exposição restante continua trabalhando o fortalecimento e a lembrança da sua marca.
Isto é apenas um raciocínio financeiro. Nunca prometa que a publicidade vai gerar determinada quantidade de clientes. Você mostra a matemática — quem chega à conclusão é o empresário. Alto ticket (imóveis, veículos, energia solar, estética, educação) torna esse argumento ainda mais forte: às vezes uma única venda cobre a campanha com folga.
Toda objeção é um convite para continuar a conversa.
Consulta rápida para a rotina. Toque em cada objeção para ver o porquê, o que evitar, a resposta recomendada e a pergunta que mantém a negociação viva.
Objeção"Eu já faço Instagram."
O cliente enxerga digital e físico como concorrentes — e acha que já está resolvido.
Não diga que o Instagram não funciona nem peça para ele parar. Não coloque as mídias em oposição.
Ótimo, continue fazendo. O Instagram trabalha quem já está no ambiente digital. Aqui nós acrescentamos presença física dentro da cidade — inclusive alguém pode conhecer sua empresa pelo saco e depois procurar vocês no Instagram. Não precisa ser Instagram ou Achei no Pão: pode ser Instagram mais Achei no Pão.
"Hoje, quantas pessoas da nossa cidade você acha que ainda não te seguem no Instagram?"
Objeção"Eu já faço tráfego pago."
Ele já investe em divulgação e sente que está coberto pelo digital.
Não critique o tráfego nem sugira substituí-lo.
Excelente — isso mostra que você já entende a importância da divulgação. O tráfego pago encontra o consumidor principalmente no celular. Nossa proposta é acrescentar presença física da sua marca junto às famílias da região.
"E fora do celular, como sua marca aparece hoje na cidade?"
Objeção"Já distribuo panfleto."
Ele já faz mídia impressa e acha que é a mesma coisa.
Nunca diga que panfleto não presta.
Panfleto também pode funcionar. A diferença é que o saco de pão tem utilidade: ele não é entregue só como propaganda — ele transporta um produto que a pessoa acabou de comprar. Isso reduz o descarte imediato e faz a mídia acompanhar o consumidor.
"Você sente que seus panfletos costumam ser guardados ou descartados na hora?"
Objeção"Está caro."
Pode ser orçamento estourado ou falta de percepção de retorno — são coisas diferentes.
Não ofereça desconto imediatamente. Descontar cedo demais destrói valor.
Quando você fala caro, é porque o valor ficou fora do orçamento ou porque ainda não conseguiu visualizar o retorno possível da campanha?
"Quantos novos clientes seriam necessários para recuperar esse investimento ao longo da campanha?"
Objeção"Não sei se funciona."
Falta de referência e medo de jogar dinheiro fora.
Não prometa resultado garantido para convencer.
Publicidade nunca deveria ser vendida com promessa de venda garantida. O papel da campanha é colocar sua empresa diante do público da região, aumentar a exposição e gerar oportunidades. Depois entram fatores como preço, atendimento, produto e oferta.
"Os seus clientes são majoritariamente daqui da cidade? Se sim, já existe forte relação entre o público da campanha e o seu mercado."
Objeção"Quantas vendas você garante?"
Ele quer segurança e transferir o risco para você.
Nunca garanta número de vendas — nenhuma mídia séria faz isso.
Não seria correto eu garantir vendas. O que entregamos é a distribuição prevista da campanha e a exposição da sua marca nas embalagens participantes. A conversão depende também da oferta, do atendimento, do produto e do interesse do consumidor.
"Se a campanha te trouxer bem menos clientes do que você imagina, quantos já pagariam o investimento?"
Objeção"Não tenho verba."
Pode ser real ou apenas prioridade — vale descobrir com respeito.
Nunca pressione quem realmente não tem capacidade de investir.
Entendo. Hoje vocês reservam algum valor mensal para divulgação? Se sim, vale a pena avaliar onde ele rende mais. Se não, talvez possamos pensar numa campanha de investimento controlado, dentro da realidade da empresa.
"Se existisse um formato que coubesse no seu orçamento atual, faria sentido conversarmos?"
Objeção"Meus clientes vêm por indicação."
Ele confia no boca a boca e não vê necessidade de mídia.
Não diga que indicação não basta.
Isso é ótimo — mostra que vocês provavelmente entregam um bom serviço. A mídia pode ajudar justamente a apresentar a empresa para pessoas que ainda não receberam uma indicação.
"E quem ainda não te conhece nem foi indicado — como chega até você hoje?"
Objeção"Todo mundo já conhece minha empresa."
Ele acha que marca conhecida não precisa aparecer.
Não discuta se todos conhecem ou não.
Excelente. Então podemos usar a campanha para vender algo específico, em vez de apenas apresentar a marca: um novo produto, promoção, lançamento, delivery, nova unidade ou uma condição especial.
"Qual produto ou oferta específica você gostaria de colocar na frente da cidade?"
Objeção"Preciso pensar."
Quase sempre existe uma objeção não dita por trás.
Não aceite o "vou pensar" sem entender o que falta.
Claro. O que você gostaria de analisar melhor: investimento, distribuição ou formato da campanha? De zero a dez, quanto essa proposta fez sentido para você?
"Se respondeu 7: o que faltaria para chegar a nove ou dez?"
Objeção"Preciso falar com meu sócio."
Pode ser verdade ou uma saída educada.
Não transforme o sócio em desculpa que encerra a conversa.
Sem problema. Qual ponto você acredita que ele vai querer avaliar primeiro? Se preferir, posso explicar para vocês dois numa conversa rápida.
"Quando vocês costumam conseguir alinhar esse tipo de decisão juntos?"
Objeção"Depois eu vejo."
Adiamento educado — normalmente esconde uma dúvida.
Não suma nem aceite o adiamento sem contexto.
Combinado. Posso só entender uma coisa? É porque esse momento realmente não é bom, ou existe alguma dúvida sobre a campanha que eu ainda não consegui esclarecer?
"Se o momento não é agora, quando faria mais sentido eu te retornar?"
Não tenha medo de pedir a venda.
Depois de apresentar valor e trabalhar objeções, conduza para a decisão com naturalidade — usando fechamento direto ou por escolha.
Depois da apresentação:
Fez sentido para você?
Se sim:
Então vamos colocar sua empresa nessa campanha?
Em vez de "você quer anunciar?", ofereça caminhos:
Você prefere usar o espaço para fortalecer a marca ou divulgar esse serviço específico?
Você gostaria de destacar o WhatsApp ou trabalhar uma oferta?
Se houver limite real de anunciantes: "Temos uma quantidade definida de anunciantes por campanha." Se houver exclusividade de segmento prevista: "Podemos trabalhar a exclusividade do seu segmento nesta campanha, conforme as condições definidas." Isso é muito valioso para imobiliárias, clínicas, academias, supermercados, óticas, escolas e concessionárias.
Jamais invente concorrente interessado, última vaga, prazo falso, exclusividade ou quantidade que não existe. Venda com credibilidade — reputação vende mais do que pressão.
Uma boa peça não explica tudo. Ela desperta o próximo passo.
O consumidor não deve precisar estudar o anúncio. Uma comunicação objetiva responde rápido a quatro perguntas.
Marca
Nome ou logo da empresa.
Produto ou serviço
O que está sendo oferecido.
Benefício ou oferta
O motivo para se interessar.
Chamada para ação
WhatsApp, endereço ou Instagram.
CLÍNICA X
Telefone
Instagram
Só institucional, sem oferta clara.
IMPLANTES DENTÁRIOS
Volte a sorrir com segurança.
Agende sua avaliação · WhatsApp XXXXX
Evite dez produtos, muitos telefones, textos minúsculos, cinco chamadas diferentes e imagens demais. Uma arte não precisa falar tudo sobre a empresa — precisa despertar interesse suficiente para o consumidor dar o próximo passo.
Calendário de campanhas sazonais
Quanto mais você ajuda o anunciante a pensar em campanhas ao longo do ano, maior o valor percebido — e mais renovações você conquista.
Férias, verão, matrícula
Carnaval
Mês da Mulher
Páscoa
Dia das Mães
Namorados, festas juninas
Férias
Dia dos Pais
Primavera
Dia das Crianças
Black Friday
Natal e Ano Novo
O follow-up faz parte da venda. Mas cada contato precisa ter contexto.
O empresário atende clientes, resolve problemas e esquece propostas. Não responder não significa não ter interesse. Faça o acompanhamento — sempre agregando informação.
Olá, [nome]. Tudo bem? Passando para saber se conseguiu analisar nossa proposta para a próxima campanha da Achei no Pão. Acredito que pode ser uma excelente oportunidade para aumentar a presença da [empresa] aqui na região. Ficou alguma dúvida que eu possa esclarecer?
Olá, [nome]. Estava organizando os segmentos da próxima campanha e lembrei de vocês. Conseguiu avaliar a proposta? Se quiser, posso te mostrar uma sugestão de como poderíamos trabalhar a comunicação da [empresa] na embalagem.
Olá, [nome]. Estou finalizando a organização da próxima campanha e queria confirmar se, neste momento, faz sentido incluirmos a [empresa]. Se não for prioridade agora, sem problema — prefiro alinhar para não ficar te procurando sem necessidade.
Não mande diariamente "E aí?", "Viu?", "Alguma novidade?". Isso vira perseguição sem valor. Cada contato deve trazer uma informação nova: uma sugestão de comunicação, um mockup, um dado da campanha, uma data de fechamento. Firmeza sim, insistência vazia não.
A venda não termina no "sim". Ela começa ali.
O objetivo nunca é vender, entregar e sumir. É construir um relacionamento que se renova a cada campanha.
Depois de fechar
- Agradeça e confirme as informações
- Solicite o logotipo em boa qualidade
- Entenda a oferta e o objetivo da peça
- Valide telefone, endereço e redes sociais
- Envie a arte para aprovação
- Informe o andamento e apresente o material final
Não peça "manda aí o que você quer". Pergunte: qual produto quer vender? Qual promoção? Qual público? Qual o principal benefício? Qual ação o consumidor deve tomar? Ajudar o anunciante a construir a peça é o que diferencia a Achei no Pão.
Uma venda bem feita gera as próximas.
Renovação começa antes de a campanha terminar. E cada anunciante satisfeito é uma porta para novos negócios.
Não pergunte "quer renovar?". Fale sobre a próxima campanha:
Na próxima tiragem, qual produto você gostaria de trabalhar?
Você conhece algum empresário aqui da cidade que também poderia aproveitar essa campanha?
Tem algum parceiro ou fornecedor seu que faria sentido participar?
Uma imobiliária anuncia — pergunte quem são os parceiros dela: móveis planejados, seguros, energia solar, arquitetura, construção, decoração. Você acaba de encontrar uma cadeia inteira de novos prospects a partir de um único cliente.
Cada erro abaixo custa valor, credibilidade ou renovação.
As palavras influenciam a percepção. Troque o vocabulário que rebaixa o produto pelo vocabulário de consultor de mídia.
Vender só preço
Sempre haverá algo mais barato. Venda conceito, distribuição e presença.
Chamar de "saquinho"
Diminui o produto. Fale campanha, mídia, anúncio, espaço publicitário.
Chamar de "quadradinho"
Rebaixa a posição contratada. Use "espaço publicitário" ou "participação".
Dizer que precisa "preencher espaço"
Transmite necessidade. Diga que está selecionando empresas para a campanha.
Prometer número de vendas
Nenhuma mídia séria garante conversão. Você entrega distribuição e exposição.
Inventar escassez ou exclusividade
Só use se for real. Mentira destrói credibilidade na primeira checagem.
Falar demais e não perguntar
Quem pergunta conduz. Quem só fala empurra — e perde a venda.
Atacar redes sociais
Você compete com quem deveria somar. Posicione off-line + on-line.
Dar desconto cedo demais
Destrói valor antes de o cliente enxergar retorno. Descubra a objeção real primeiro.
Abandonar o anunciante após a venda
Sem pós-venda não há renovação. A venda começa no "sim".
Produzir artes poluídas
Excesso de informação anula a comunicação. Uma peça, uma ideia central.
Não fazer follow-up nem pedir renovação
Propostas esfriam e clientes esquecem. Acompanhe com contexto, sempre.
"É só um saco." · "É um saquinho." · "É só um espaço." · "É um quadradinho." · "Seu logo vai ali." · "Estou precisando fechar os espaços." · "Está sobrando vaga."
Campanha · mídia · distribuição · participação · anúncio · espaço publicitário · tiragem · presença local · posição.
Da prospecção à renovação, em 14 etapas.
O mapa completo de uma venda Achei no Pão. Use como checklist mental em cada negociação.
Identifique empresas com potencial na região.
"Estamos preparando uma campanha de mídia local distribuída pelas padarias da cidade."
"Hoje vocês divulgam a empresa de que forma?"
"Qual produto ou serviço vocês mais gostariam de vender?"
"O público da campanha tem bastante relação com o perfil de vocês."
"Sua publicidade acompanha uma embalagem que o consumidor recebe e leva consigo."
Explique tiragem, regiões, padarias e formato da campanha.
"Quantos clientes seriam necessários para recuperar esse investimento?"
Apresente valor antes do preço.
"Vamos colocar sua empresa nessa campanha?"
Colete informações e desenvolva a comunicação.
Execute a campanha nas padarias participantes.
Mantenha contato e mostre profissionalismo.
"Qual produto vamos trabalhar na próxima campanha?"
O arsenal que fica na ponta da língua.
Decore. Repita. Use na hora certa. Cada frase carrega um conceito inteiro do manual.
"Sua empresa diretamente nas mãos do consumidor."
"Uma mídia que pode entrar dentro da casa do seu cliente."
"Publicidade para quem mora, trabalha e compra na própria cidade."
"Não substituímos seu Instagram. Acrescentamos presença física."
"Não vendemos papel. Vendemos uma campanha de distribuição."
"A publicidade está incorporada a uma embalagem que o consumidor realmente usa."
"Quantos clientes você precisaria para recuperar esse investimento?"
"Qual produto você mais gostaria de vender hoje?"
O consultor de mídia vende valor."
Quando ouvir "mas é só um saco de pão", você já sabe o que responder.
O produto que estamos comercializando é publicidade local e distribuição da sua marca."
A mudança de percepção
Um saco com anúncios
Mídia impressa distribuída por estabelecimentos com relação diária com a comunidade
Um quadradinho
Presença de marca
Papel · só impressão
Distribuição · comunicação